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Sobre a escritora Margarida Fonseca Santos...
No dia sete de Outubro de 2010, a escritora Margarida Fonseca Santos e a ilustradora Inês do Carmo vieram à nossa escola.
A minha turma, o 5º B, foi escolhida para elaborar algumas perguntas. As perguntas estavam dentro de um saco, até parecia um concurso. A escritora tirava de dentro do saco e a ilustradora lia.
Fiquei muito triste quando a escritora disse que os pais faleceram e ela não teve oportunidade para lhes mostrar o que escrevia.
Ela aconselhou-nos a escolher muito bem a nossa profissão porque é o que vamos fazer toda a vida.
No final eu, Beatriz e o Rúben demos um ramo de flores à ilustradora e à escritora.
Beatriz Monteiro, nº6, 5º B
O NATAL DO GIL
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Textos inspirados no livro A Minha Mãe é a Melhor do Mundo
de Maria João Lopo de Carvalho
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Alunos do 5º Ano, Turma E
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Ano letivo 2011/2012
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No dia onze de novembro de 2011, durante a aula de Português, fomos até à Biblioteca participar na atividade Momentos de Leitura.
A professora Graça Noronha, que nos esperava na Biblioteca, leu-nos um livro de que gostámos muito, A Minha Mãe é a Melhor do Mundo de Maria João Lopo de Carvalho.
No final da leitura conversamos sobre o que tínhamos ouvido, demos a nossa opinião sobre a atitude do Gil e falamos sobre as nossas mães.
Depois, na aula de Português, decidimos redigir um texto baseado no livro.
Como estávamos próximo do Natal, planificamos o texto de acordo com essa época.
Assim, para além do Gil surgem personagens como o Pai Natal, A Mãe Natal, os duendes e até a rena Rodolfo…e claro a Loja das Mães.
Os alunos do 5º ano, turma E
Perafita, janeiro de 2012.
A NOITE DE NATAL
Era a noite de Natal e o Gil estava em casa a pedir à mãe:
- Mãe, eu quero um carro telecomandado.
- Não pode ser, Gil. – disse a mãe.
- Porquê, mãe?
- A semana passada comprei-te um carrinho.
Gil, zangado, foi ao centro comercial para ver se avistava a Loja das Mães.
Viu-a e foi a correr para lá. Entrou e viu que a loja estava maior e disse:
- Oh! Tenho de me concentrar para encontrar a Mãe Natal.
Entretanto, começou a ouvir uma voz:
- Meu menino, o que queres?
- Um carro telecomandado. Por que pergunta?
- Eu sou a Mãe Natal.
- A sério? Pode levar-me ao Pai Natal?
- Está bem. Vamos.
- O que queres, meu menino? – perguntou o Pai Natal.
- Eu queria um carro telecomandado, mesmo que seja pequenino…
- Vamos ver o que se arranja. Vou falar com os duendes.
Quando voltou, trouxe-lhe um carro e levou-o a casa de trenó.
Já em casa, Gil pediu desculpa à mãe e deu-lhe um grande beijo.
Ana Margarida Martins, nº 2, 5º E
UM GRANDE NATAL
No dia 23 de dezembro, o Gil e os pais foram comprar os presentes de Natal.
O Gil escolheu um carro de brincar, com um comando para o guiar, mas o problema é que era caro e os pais não o podiam pagar.
Ele ficou triste. Foi à Loja das Mães e pediu à senhora:
- Quero uma mãe que me dê tudo o que quero, mesmo que seja caro!
- Oh! Que pena! Não existem mães assim! – disse a senhora.
O Gil saiu da loja a correr e a chorar.
Chegou a casa, trancou-se no quarto começou a pensar… “Por que é que não existem mães assim? Podem não existir mães, mas sim pais, o Pai Natal!”
Limpou a cara, foi a correr e pediu à mãe:
- Mãe, podemos ir ao Centro Comercial?
- É claro! – respondeu a mãe.
- Eles chegaram e viram o Pai Natal, a Mãe Natal e alguns duendes.
- Vamos ali mãe, vamos ao Pai Natal! Ele vai arranjar uma solução. –gritou Gil.
Estava uma fila enorme, mas o Gil esperou.
Até que chegou a sua vez, sentou-se no colo do Pai Natal e pediu:
- Pai Natal, eu chamo-me Gil e quero um carro para brincar, um carro telecomandado.
- Já vi esse carro, mas é caro! – exclamou o Pai Natal.
- Então, não mo vai oferecer. – suspirou o Gil.
- Claro que sim, mas tenho que arranjar ajuda. Mas vais recebê-lo.
Depois desta conversa, o Gil pediu à mãe para ir a um parque que havia ali perto e a mãe deixou enquanto esperava pelo pai.
Enquanto ele brincava o Pai Natal aproximou-se e perguntou-lhes:
- Vocês são os pais do Gil?
- Somos! – responderam, curiosos, os pais do Gil.
- Oh! Mãe Natal, venha cá.
E os quatro juntos planearam dividir os 160€ do carro entre todos. Cada um pagou 40€.
No Natal, quando abriram as prendas, o Gil exclamou:
- O Pai Natal é mágico! Obrigado, Pai Natal!
Ângela Martins, nº 6, 5º E
UM NATAL DIFERENTE
Era manhã e ouvi uma voz a chamar:
- Acorda Gil, temos de ir!
- Ir aonde? - perguntei eu enquanto olhava para o calendário. - Mãe, já estou de férias!
- Eu sei, eu sei, vamos comprar a árvore de Natal e as prendas! - gritou a minha mãe.
Depois de ter passado esse bocadinho acordei, vesti-me e pensei entusiasmado: “realmente adoro esta época do ano”.
Chegamos a um centro comercial, aquilo estava cheio de coisas de Natal, uma loja para cada coisa.
No centro daquilo tudo, estava um pinheiro enorme, eu fui lá dar uma espreitadela e vi o Pai e a Mãe Natal, pedi a minha mãe para ir falar com o Pai Natal, ela deixou.
Sentei-me no colo do Pai Natal e comecei a pedir prendas.
Depois fomos a uma loja que era só de brinquedos e pedi à minha mãe para me comprar muitas coisas e comecei a mexer em tudo, mas a minha mãe zangou-se comigo e eu fui todo aborrecido passear pelo centro comercial.
Lá bem no fundo, vi uma loja toda verde que parecia uma árvore a dizer, qualquer coisa mães.
Era mesmo a Loja das Mães, mas estava tudo muito diferente, havia uma sala de espera e, em vês de desenhos, havia fotos…
Como estava “chateado” por a minha mãe não me deixar escolher as minhas prendas, pus a mão na fotografia de uma mãe que comprava tudo que se pedia.
Ela tinha cabelo ruivo, tinha sardas e era muito branquinha.
Pedi à minha “nova" mãe para me comprar todos os brinquedos que existiam no mundo.
Cheguei a casa, abri a porta e começaram a cair brinquedos em cima de mim.
Havia um túnel para andar nas divisões da casa.
Sentei-me no sofá, liguei a televisão e em todos os canais estava a dar a notícia que uma Mãe comprou todos os brinquedos que existiam no mundo. Eu exclamei
- Meu Deus, estraguei o Natal a todas as crianças do mundo!
Mas no meio daqueles brinquedos todos, estava o trenó do Pai Natal, era vermelho como o fogo mas muito elegante, tinha renas a conduzir e duendes a ajudar.
Entrei no trenó, puxei uma corda que agarrava as renas e gritei:
- Vamos!
Voei por todo o mundo a entregar os brinquedos em todas as lojas, vi estrelas, vi o sol, vi as nuvens...
Passei por muitas casas e só ouvi crianças a chorarem, se calhar era porque pensavam que não iam receber brinquedos, este ano.
Acordei e já era Natal. Recebi algumas prendas, mas não devia ter recebido nenhuma porque fui muito egoísta.
Concluindo, não podemos ter tudo o que queremos!
Ângela Oliveira, nº 5, 5º E
NATAL PARA O GIL
Um dia próximo do Natal, o Gil foi com a sua mãe ao Centro Comercial. Viu um aloja muito bonita, não resistiu e entrou.
Dentro da loja havia muitos retratos de mulheres que diziam: “Eu sou a mãe que…”.
O Gil deu uma volta na loja e parou em frente a um retrato que chamou a sua atenção. Dizia algo muito especial: “Eu sou a Mãe Natal e o meu marido é o pai Natal que tem uma rena chamada Rodolfo.”
O Gil apontou o dedo para esse retrato e, de repente, abriu-se uma porta. O Gil espreitou, e o que estava do outro lado? A fábrica do pai Natal.
Tudo trabalhava com perfeição e sem parar.
Os duendes, que estavam vestidos de verde, eram os responsáveis por embrulhar todos os presentes para o Pai Natal distribuir a todas as crianças do mundo.
O Gil descobriu, que nesta época, o Pai e a Mãe Natal andam muito atarefados e voltou muito feliz para casa com a sua mãe, pois sabe que dentro de algum tempo irá ter um presente oferecido pelo Pai Natal.
Beatriz Faria, nº 7, 5º E
O GIL SALVA O NATAL
Num dia de sol, o Gil foi visitar a Loja das Mães que se situava dentro do centro comercial onde a Mãe Natal trabalhava.
O Pai Natal e os seus amigos duendes, que são muito pequeninos, trabalhadores e engraçados fazem as molduras para a Mãe Natal colocar as fotografias das mães que estão na loja para os meninos escolherem a mãe que gostariam de ter.
O Pai Natal levava os retratos no seu saco preto às bolinhas vermelhas.
Quem levava o Pai Natal no seu belo e brilhante trenó é o Rodolfo, uma rena mágica, castanha e grande.
Quando o Pai Natal levava os retratos à Loja das Mães, os meninos ficavam tão contentes que lhe pediam uma caneta para escrever a lista dos brinquedos e lá ia o Pai Natal carregado com elas.
Na fábrica, os duendes construíam os brinquedos que os meninos tinham escrito nas listas.
- Pai Natal. – chamou o Joãozinho.
- Sim, Joãozinho. – respondeu o Pai Natal.
- Faltam aqui brinquedos!
- Não pode ser. Eu não peguei neles.
- Mas quando nós os contamos eram 1500 e agora são 1490.
- Não! Faltam dez brinquedos! – irritou-se o Pai Natal.
- Como é que isso aconteceu? - perguntou o Pai Natal.
- Não sabermos. Desculpe. - disseram tristes o Filipe e o Nuno.
- Não se preocupem. O Rodolfo e eu tratamos disto. Agora, toca a trabalhar.
Lá foi o Pai Natal no seu trenó desvendar este mistério.
Viajaram até chegarem ao palácio do Génio do Gelo.
O Pai Natal espreitou pela janela do palácio e lá dentro estavam os dez brinquedos, foi o Mafarrico, o duende do Génio do Gelo, que os roubou para estragar o Natal.
- Oh não! Como é que vamos tirar de lá os brinquedos? – perguntou o Pai Natal, muito triste.
- Não estejas assim, Pai Natal.
- Mas, mas, tu falas?
- Ops! Falei demais, Pai Natal. O senhor comprou-me há pouco tempo por isso não sabe que eu sou uma rena mágica.
- Mas por que é que não me contaste?
- Porque eu sou a única rena mágica. Mas isso agora não interessa nada.
- Ajudas-me?
- Sim, Pai Natal. Ajudo.
- Ora bem, vamos lá então combinar o nosso plano.
- Ora, tu vais para as traseiras do palácio e vais dizer: “Eu sou o Mágico do Natal. Tu vais ter que devolver os dez brinquedos que roubaste da fábrica…
E, neste instante aparece o Gil.
O Pai Natal conhece bem o Gil porque ele é o menino que mais brinquedos pede na lista.
- Gil, como soubeste?
- Não tem importância como soube. O que interessa é que eu ajudo-vos a conseguir os brinquedos, para o Natal não acabar.
Os duendes maus estavam assustados porque ouviram os passos do Gil que tentava entrar no palácio.
Pum, pum, pum, eram os brinquedos a cair do primeiro andar do palácio, de tanto o Gil abanar a porta.
O Gil comparou os brinquedos:
- Este é maior do que aquele, não é?
- Sim. Mas agora vamos comprar o bacalhau e as batatas e vamos comemorar. Salvaste o Natal, Gil.
E assim vou poder entregar as prendas a todos os meninos.
E lá foram eles comemorar.
Bianca Carril, nº 8, 5º E
O GIL E O CASAMENTO
Era Natal e o Gil foi à Loja das Mães. Lá viu o Pai Natal e perguntou-lhe:
- Olá, Pai Natal. O que faz aqui?
- Estou à procura duma mulher. – respondeu o Pai Natal e continuou- para ser a Mãe Natal.
- Ah! Eu vim, pessoalmente, entregar-lhe a minha lista de presentes. Mas ajudo-o a encontrar a sua futura mulher. – disse o Gil.
- Muito bem. Deixas-me ver o que queres, por favor? – perguntou o Pai Natal, fazendo-lhe uma festa na cabeça:
- Sim.
- Ora bem. Queres paz no mundo, hum. Na noite de 24 para 25 de dezembro, entrego-te tudo, mas tens que estar a dormir. Agora, vamos lá procurar a Mãe Natal.
No dia seguinte, Gil foi ver as suas prendas e tinha uma carta que dizia:
Perafita, 24 de dezembro de 2011
Olá Gil,
Ajudaste-me a escolher a Mãe natal, que é bonita como o sol, por isso na caixa onde estava esta carta também está um presente que eu acho que vais gostar.
Beijinhos,
Pai Natal
O Gil abriu a caixa e viu um peluche dele próprio.
No dia seguinte o Pai Natal visitou-o e convidou-o para padrinho de casamento. Gil aceitou entusiasmado.
Foram para o Pólo Norte fazer o casamento. A Mãe Natal perguntou-lhe:
- Gil, no Natal, vais passar a tomar conta das nossas crianças?
- Claro. – respondeu o Gil.
Os duendes disseram ao Gil:
- Serás sempre bem-vindo, aqui.
Depois do casamento, Gil voltou para casa e guardou em segredo que era o padrinho do Pai Natal e futuro padrinho dos filhos Natais.
A família Natal viveu feliz para sempre.
Eduardo Pires, nº 13, 5º E
O NATAL DO GIL
Na véspera de Natal, Gil foi ao Centro Comercial fazer umas compras e lembrou-se da Loja das Mães e como não sabia onde ficava, perguntou a um senhor:
- Meu senhor, sabe onde fica a Loja das Mães?
- Sim, fica em frente da farmácia.
- Obrigado.
Ao dirigir-se à loja, num dos corredores, Gil viu o Pai Natal, a Mãe Natal e os duendes. Estavam lá também bebés, crianças, adultos e idosos, todos a fazerem jogos e o Pai Natal perguntou-lhe:
- Queres vir jogar, connosco?
- Sim. – respondeu a rir o Gil.
- Como te chamas? – interrogou a Mãe Natal.
- Gil.
Passado algum tempo lembrou-se que tinha de ir à Loja das Mães e despediu-se:
- Tenho de ir embora, mas gostei muito de estar convosco.
Quando se ia embora, os duendes chamaram:
- Espera. Espera.
Gil esperou e os duendes deram-lhe uma prenda e ele agradeceu.
Foi-se embora a correr pensando o que seria o presente. Quando o abriu exclamou:
- Um perfume! Já sei o que vou fazer com ele. Vou dá-lo à minha mãe.
Dizendo istro foi logo a correr para casa e dirigiu-se à mãe:
- Toma esta prenda, mãe.
- É para mim, filho? – perguntou a mãe, comovida.
- Sim, mãe. É para ti. É a minha prenda de Natal.
A mãe ficou toda contente e eles foram felizes para sempre.
Filipe Moreiras, nº 14, 5º E
O NATAL DO GIL
Um dia o Gil e a mãe estavam a passear no “shopping”, quando encontraram uns familiares e começaram aos abraços e beijinhos. Mas, o Gil não gostava de fazer essas coisas, preferia olhar todas as lojas e até àquele dia não tinha visto uma loja como aquela com o nome: A Loja das Mães.
Ele ficou tão curioso que se esqueceu dos seus familiares.
Entrou e viu mães de todos os tamanhos e feitios, cores e bondades.
Gostou de todas, mas uma chamou-lhe a atenção: estava vestida com um casaco vermelho que a cobria da cabeça aos pés e um gorro quentinho como um aquecedor.
Então, ele aproximou-se e cumprimentou:
- Olá.
- Olá.
- Como te chamas?
- Mãe Natal. E tu?
- Gil. Posso pedir-te uma coisa?
- Sim. Diz.
- Posso ir contigo ao Pólo Norte?
- Por mim podes. Mas os teus pais sabem que estás aqui?
- Não. Mas eles estão lá fora com a família e por isso não dão pela minha falta.
- Está bem. Mas só ficamos até às 11 da manhã.
E lá foram eles a voar, no trenó.
Quando chegaram o Pai Natal quis saber:
- Quem é esse?
- O Gil, é um menino que quis vir comigo conhecer o Pólo Norte. – esclareceu a Mãe Natal.
- Estás bom, Gil?
- Sim.
- Queres conhecer os meus ajudantes?
- Sim! – respondeu o Gil, muito entusiasmado.
O Pai Natal mostrou-lhe os duendes um a um, até que um deles perguntou:
- Oh! Quem é este?
- É um menino chamado Gil que quis conhecer o Pólo Norte. Agora, continua a trabalhar.
Depois do Pai Natal mostrar tudo ao Gil, a Mãe Natal levou-o de volta ao Centro Comercial.
Os familiares nem notaram que ele não tinha estado lá.
Gonçalo Matos, nº 15, 5º E
UM ENCONTRO COM A MÃE NATAL
Era Natal e o Gil estava em casa.
Ufa, ainda agora acabaram as aulas e o Gil já estava farto de ouvir a mãe. Então decidiu falar com um amigo e disse-lhe:
- Já não sei que mais fazer.
- Que se passa? – perguntou o Tiago.
- Não consigo ouvir mais a minha mãe. – respondeu o Gil, muito triste.
- Como não consegues?
Gil ficou calado, olhando para o céu.
- Que vês?
- Olha! É o Pai Natal! – exclamou o Gil.
- Vamos segui-lo. – disseram os dois ao mesmo tempo.
E lá foram eles todos contentes.
Quando Já estavam cansados repararam que as renas do Pai Natal tinham parado em frente duma porta velha, verde e pequena. Tinha gravado num cartaz o seguinte letreiro: “Loja das Mães”.
- Tenho uma ideia. – disse o Tiago – Vamos entrar e escolher uma mãe.
E entraram na loja.
Como o Gil era muito esperto, procurou, procurou, procurou, até que encontrou, ao seu lado direito, o desenho da Mãe Natal e logo disse ao Tiago:
- Vamos escolher este.
- Boa ideia. – respondeu o Tiago.
-Tocaram no desenho e a Mãe Natal apareceu.
- Vamos levar esta. – disse o Tiago muito entusiasmado.
- Era mesmo o que eu esperava. – afirmou o Gil.
Passados alguns dias, o Gil, já cansado da Mãe Natal, exclamou:
- Estou farto! Esta mãe também não me serve.
Então o Tiago disse que a melhor ideia era o Gil voltar para casa. Ele achou bem e despediu-se do amigo.
- Quando o Gil chegou a casa, a mãe esperava-o ao portão de braços abertos. Ele abraçou-a e disse:
- Mãe, és a melhor mãe do mundo.
Inês Costa, nº 18, 5º E
A NOSSA MÃE É A MELHOR MÃE DO MUNDO
Era uma vez um menino chamado Gil que não gostava que a mãe lhe desse ordens, por isso decidiu ir ao Centro Comercial à Loja das Mães para pedir ao Pai Natal outra mãe.
Entrou na loja e encontrou uma senhora vestida de vermelho e branco, que era a mulher do Pai Natal.
A Mãe Natal informou-o:
- O Pai Natal está no País dos Brinquedos a fabricar os presentes para as crianças. Mas, estes presentes são para os meninos que obedecem às suas mães.
Então o Gil pensou e decidiu:
- A partir de hoje, vou portar-me bem.
Depois foi +para cas e encontrou a mãe doente, lembrou-se do que a Mãe Natal tinha dito e cuidou muito bem da sua mãe, pensando que, realmente, a sua mãe é a melhor mãe do mundo.
E no Natal recebeu uma recompensa da Mãe Natal, por ser um menino que ajudou a sua mãe.
João Francisco Fonseca, nº 20, 5º
SURPRESAS INESPERADAS
É dia de Natal, o Gil levantou-se muito cedo para ir ao Centro Comercial.
Quando lá chegou foi diretamente à Loja das Mães, procurar uma prenda para oferecer a sua mãe.
Dirigiu-se à funcionária que estava vestida de Mãe Natal e pediu-lhe:
- Poderia sugerir-me um presente para a minha mãe?
- Que tal aquelas rosas vermelhas com uma caixa de chocolates?
Ao passar no corredor do shopping, viu 0 Pai Natal sozinho com as suas renas, incluindo a rena Rodolfo, e aproveitou para lhe dizer o que gostava de receber:
- Pai Natal, este ano gostava de receber uma bicicleta, será que é possível?
- Claro que é possível, Gil.
- Obrigado, Pai Natal.
O Gil foi para casa. À meia- noite abriram as prendas, a mãe ficou surpreendida com a prenda do Gil, e este teve o que pediu ao Pai Natal.
Foi um Natal cheio de alegria e muitas surpresas.
João Paulo Figueiredo, n~21, 5º
O NATAL DO GIL
No dia 15 de dezembro, quase no Natal, o Gil estava com o seu pai no Centro Comercial.
Tinham lá ido para entregar a carta do Gil para o Pai Natal.
De repente, o Gil olhou para o seu lado direito e viu a Loja das Mães. Perguntou ao pai:
- Pai, posso ir à Loja das Mães?
- Está bem.
O Gil entrou e não estava lá ninguém. As câmaras de segurança não o viram e as portas fecharam todas.
Não se via nada, nem para dentro, nem para fora.
O Gil começou a chorar como chuva num dia mau de inverno. Parou porque viu o Pai Natal e a Mãe Natal.
Eles puseram o sorriso na cara do Gil que os abraçou.
Depois quis saber:
- O que vieram aqui fazer?
- Viemos buscar uma mãe para um menino que a pediu.
- O meu pai deve estar a pôr a carta no correio. Já agora, peço-te, Pai Natal, que me dês as duas coisas que eu pus na carta e pedia-te mais uma coisa: posso ir contigo ao Pólo Norte?
- Claro que sim. Mas não podes entrar na minha fábrica. – respondeu o Pai Natal.
E lá foram eles.
Quando chegaram o Gil exclamou:
- Ah! Que bonito… Ui! Esqueci-me que o meu pai está à minha espera.
O Pai Natal trouxe-o de volta, rapidamente.
Antes de ir embora o Gil lembrou-o:
- Não esqueças do que te pedi.
E o Pai Natal foi embora.
Na noite de 24 para 25 de dezembro, o Gil abriu os presentes e lá estava tudo o que tinha pedido.
Ele olhou pela janela e passou o Pai Natal.
Jorge Carlos, nº 22, 5º E
O NATAL DO GIL
Na véspera de Natal, o Gil decidiu ir ao Centro Comercial e entrou na Loja das Mães. Procurou muito, muito até que encontrou a Mãe Natal. Escolheu-a dizendo-lhe:
- Mãe Natal, quero uma playstation, jogos e muitos livros pelo Natal. Será que podias oferecer-me?
- Claro que sim, meu lindo. – respondeu a Mãe Natal.
- Obrigado! – agradeceu o Gil.
- Amanhã, eu, o Pai Natal e o Rodolfo vamos a tua casa, sem que tu vejas, colocar as prendas no sapatinho.
- Está bem. Muito obrigado, Mãe Natal. Estou a contar com isso. – respondeu Gil, muito feliz, virando costas.
No dia seguinte, lá estavam as prendas no sapatinho.
O Gil ficou muito contente.
Nuno Pereira, nº 23, 5º ano
UMA SURPRESA!
Por altura do Natal, o Gil foi ao Centro Comercial com a mãe para fazer as compras de Natal.
- Mãe, mãe. – chama o Gil.
- Que foi, filho? – pergunta a mãe.
- Posso ir à Loja das Mães?
- Podes.
- O Gil aproximou-se da porta e ela abriu-se devagar, começou a ficar frio…, entrou e, de repente, deu um berro:
- Caramba! É o Pai Natal e a Mãe Natal! – espanta-se o Gil.
- Ho, Ho, Ho. Feliz Natal.
- Obrigado. Olá, Pai Natal e Mãe Natal.
- Temos uma surpresa para ti, Gil. – afirma a Mãe Natal.
- O que é, o que é? Diz depressa, se faz favor.
- São os duendes e as renas.
- Olá. Estão bons?
- Estamos. Temos uma prenda para ti.
- O que é?
- É uma bicicleta.
- Ai que fixe! Vou dizer à minha mãe.
O Gil começou a desceu as escadas a correr para ir contar à mãe, mas os duendes gritaram:
- Espera, ainda temos outro presente.
- Ai, o que é?
- É uma cana-de-açúcar.
- Fixe! Adoro. Adeus Pai Natal, Mãe Natal, duendes e renas. Até à noite de Natal.
Saiu da loja com a bicicleta e a cana-de-açúcar e a mãe já estava à sua espera.
- Filho, quem te deu isso?
- Foi o Pai Natal, a Mãe Natal, os duendes e as renas. Estavam todos na Loja das Mães.
- Ah! Foi giro?
- Sim, muito.
- Tenho mais presentes para ti.
- Mais? Meu Deus, estou cheio de presentes. Vá, diz o que são!?
- Uma televisão e um computador.
- Muito obrigado, mãezinha.
Voltaram para casa. O Gil estava muito feliz porque teve muitos presentes e tinha visto o Pai Natal, a Mãe Natal, as renas e os duendes, pela primeira vez.
- Ho, Ho, Ho! Feliz Natal!
Renata Santos, nº 24, 5º E
No Natal, o Gil e a família foram ao Centro Comercial.
Compraram as prendas, mas quando chegaram a casa viram que se tinham esquecido das prendas do Gil e não voltaram para as comprar.
O Gil ficou muito triste quando viu que não tina prendas e pensou: “Ninguém gosta de mim. Vou à Loja das Mães escolher uma mãe.”.
Escolheu uma mãe que dizia que SIM a tudo. Ele pedia uma coisa e a mãe dizia sempre que sim. Ficou com muita dor de barriga e disse:
- Já tenho saudades da minha mãe porque só me dizia que sim de vez em quando para eu não ficar doente.
Voltou para casa e foi dormir. Acordou durante a noite e viu a Mãe Natal, o Pai Natal e os duendes a deitar as prendas pela chaminé. Correu até à sala e viu as suas prendas debaixo da árvore de Natal. Ficou contentíssimo e exclamou:
- A minha mãe é a melhor mãe do mundo!
Sara Carvalho, nº 26, 5º E
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